All we have to decide is what to do with the time that is given to us...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bom dia,

Hoje despertei tão bem disposta que resolvi sair e dar uma caminhada. Sim, mesmo com o vento frio. Uma sessão de acupuntura e já se nota a diferença. Já a muito tempo venho tentando colocar meu corpo nos eixos. afinal, só trabalho mental enferruja a máquina. Fui até a clínica do Dr.Lee. Quem diria que a fonte do meu problema nas articulações estava no meu rim?

A acupuntura é uma das técnicas da Medicina Tradicional Chinesa que podemos utilizar nos tratamentos de quadros dolorosos e de distúrbios energéticos. O início da acupuntura data de cinco mil anos atrás.
A filosofia que norteia a Acupuntura é a Taoísta que concebe o ser humano como um micro sistema que compartilha traços comuns com a terra e o Universo, tendo como princípios básicos a energia vital QI, a bipolaridade Yin/Yang e os Cinco Elementos. As dores físicas, o mal estar e as doenças, sob o ponto de vista da Acupuntura, são apenas gradações diversas do desequilíbrio da fluência do Yin e do Yang, que são as energias que dão vida ao homem. A acupuntura visa apenas restabelecer esse equilíbrio e o consegue, realmente restituindo o conforto físico e mental e o bem estar geral ao indivíduo.

E não dói! Você sente uma fisgadinha quando a agulha entra e é tudo. Depois o médico liga eletrodos nas agulhas e pequenas descargas elétricas estimulam os pontos necessários.

É incrível como o resultado é rápido. O tratamento não é lá muito barato, mas nada que uma reduzida nas pizzas, bolachinhas, salgadinhos e outras porcarias que você coloca pra dentro de si mesmo não possa pagar.

Não existe melhor receita para acabar com baixo astral do que cuidar de si mesmo. Aproveite um tempo com você. Pode acabar descobrindo que passar alguns momentos consigo mesmo pode render diversão em ótima companhia. Não deixe para depois o que você pretende fazer. Sabe aquela dieta? Aquela aula de natação ou de yoga? Ou aquele plano de fazer dança de salão? Não deixe para depois! A vida é curta demais para adiarmos qualquer coisa. Além disso, você já reparou em quantas coisas deixa para depois pq tem de fazer algo para os outros? Quantas vezes no ano você conversa consigo mesmo? Quantas vezes para p/ pensar no quer, nos planos que tem e que deseja realizar?

Dê mais atenção a si mesmo e pode ser que fique surpreso em como vai trabalhar melhor para atingir seus objetivos.

That's All.

The Golden Compass

sábado, 31 de julho de 2010

Meus cumprimentos!

Hoje acabei de ler A Bússola de Ouro (The Golden Compass)de Philip Pullman. Para quem está sem opções de diversão com toda essa chuva a obra de Pullman é uma ótima ideia. Na história, a heroína Lyra Belacqua tem seu melhor amigo, Roger, raptado pelos Gobblers(um grupo de pessoas que leva crianças para o Norte e não se sabe ao certo o que eles fazem com elas). Essa jornada vai revelar bem mais do que a função dos Gobblers para a pequena Lyra. O livro é bem escrito e de um ritmo realmente estimulante.

A obra de Pullman gerou muita polêmica sobre religião já que a Igreja aparece como uma força opressora e perigosa na história. Todo o alvoroço criado pelo autor em função disso prejudicou um pouco a bilheteria do filme The Golden Compass nos EUA, mas não prejudicou em nada no resto do mundo onde a produção foi sucesso de venda em todos os cinemas. Também existe a questão de que provavelmente a obra de Philip Pullman é uma resposta as Crônicas de Nárnia, que é uma produção literária de cunho estremamente católico...
Mas, polêmicas a parte, o enredo é involvente, os personagens são extraordinários e pode-se dizer que os livros de Pullman tem aquele toque de magia que torna as obras de ficção de fantasia uma fonte sentimento intensos e em boa parte da vezes indescritíveis.

Livros! Sim, livros! A Bússola de Ouro integra a trilogia Fronteiras do Universo. Claro que um viciado em literatura não se permitiria ler apenas o primeiro, mas ,se você não está acostumado a leituras mais longas, você pode lê-los em separado. Exatamente por isso podem ser chamados de trilogia.
Muitos cometem o erro de dizer que O Senhor dos Anéis, por exemplo, é uma trilogia, quando na verdade não é. Uma trilogia é constituída por livros que possuem um final, ou seja, podem ser lidos separadamente. Em O Senhor dos Anéis, obra dividida em três partes, mas não uma trilogia, não se pode ler as obra em separado, pois, as duas primeiras obras não tem um fim, a continuidade se perde se você lê apenas uma das obras.

Bom, aproveite o que essa maravilhosa trilogia tem para oferecer e depois deixe sua opinião como comentário.

That's All.

Irmãos...

terça-feira, 27 de julho de 2010

Hoje Liz estava perguntando como exatamente funciona essa história de ter irmãos. Uma pergunta bem difícil de responder, disse eu. Então acertamos que eu escreveria um post a respeito.

Bom, Não posso falar de como é ter um irmão mais velho, pois nunca os tive, mas posso falar de como é ser irmão mais velho. Minha relação com minha irmã mais nova é bem próxima, talvez não se encaixe no que existe por aí em termos de relação entre irmãos, mas vou deixar que minhas experiêcias digam o que penso sobre isso. Acho que devo começar dizendo que somos totalmente diferentes, minha irmã e eu.

Ela é uma alma jovem e muitas vezes bem infantil e tola, quanto a mim, como ela mesma diz, sou uma alma velha, boa parte daz vezes um bocado enfadonha. Contudo, nos damos muito bem. Ela me diverte e quando ela tem problemas sabe que pode contar comigo. Mas o amor se faz dos pequenos detalhes, então, deixe-me contar alguns...

Ela fica de péssimo humor quando se tenta acordá-la para que ela vá dormir na cama e geralmente faz coisas hilárias nesse estado meio dormente. É uma menina de riso fácil, a minha irmã, basta que eu a encare por alguns segundos para que ela comece a rir. Ela tem medo de escuro e as vezes quando tem pesadelos ela vem dormir na minha cama.

Nunca contei para ela, mas quando isso acontece eu me sinto mais segura do que ela. Quando um irmão mais novo nos procura para se sentir protegido, nós, irmãos mais velhos que sentimos segurança. Em nós mesmos, entende?

Pq quando os pequenos nos procuram nos sentimos fortes, dignos de receber toda aquela confiança de que perto de nós, por nossa força, nada de ruim pode atingí-los. No crer, transformamos a crença em verdade e então realmente nos tornamos mais fortes.

Nem tudo é feito de alegrias, é claro. Todos os irmãos brigam, mas isso faz parte de ser família. Até podemos falar dos defeitos uns dos outros mas não admitimos que outra pessoa fale dos defeitos de nossos irmãos. Hehehehehe...
Pq no fim somos, uma para outra, a certeza de que não estaremos sozinhas depois que nossos pais não estiverem mais aqui.

Os irmãos são a garantia de que sempre teremos nosso porto seguro por perto mesmo que a distância física nos separe estaremos sempre junto a eles em nossos corações.

That's All.

Da morte de um escritor...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Hoje morreu um escritor.

O homem responsável pela popularização do Português no mundo.

José Saramago foi romancista, dramaturgo, poeta, jornalista...


Este nobre português contribuiu muito para o crescimento da Literatura.
Agora, as luzes se apagam e a pena está imóvel sobre a mesa esperando por dedos que não vão mais tocá-la. Sozinha, ela não mais produzirá as maravilhas que vinham dessa mente brilhante que nos deixou. A poeira se acumulará sobre ela e os volumes publicados que moram em tão direntes casas serão uma marca de seus tempos dourados.
As palavras que ficaram registradas serão o monumento aos dias em que a mão do artista conduzia sua fiel amiga sobre a surpefície pura e candida, trazendo à luz suas mais belas criações.

Adeus, escritor, adeus! Que sua alma sublime seja acolhida nos salões de Mandos, onde os senhores da arte escrita irão recebê-lo com festa e poesia!
Como escreveu Tolkien: "A cortina cinza desse mundo se enrola e tudo se transforma em vidro prata."

Tolkien, Lewis, Machado de Assis...
Quantos já partiram para as terras imortais...

Deixo aqui minha pequena contribuíção na festa de despedida desse representante magnífico da Língua Portuguesa com a esperança de que um dia possa ser acolhida entre eles nos palácios eternos.

That's All

Do muito andar por longo tempo...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Não tenho escrito tanto quanto gostaria, a vida tem andado tão agitada e cheia de afazeres que quase não tenho mais a oportunidade de ouvir o silêncio. Ontem Noz estava me perguntado por nossos escritos, nossas conversas e brincadeiras. Só neste momento me dei conta do quanto me afastei. Uma sucessão desenfreada de fatos pode nos arrastar aos poucos para perto do abismo. O tempo é um companheiro quieto, ele não nos avisa quando estamos fazendo um uso meio doentío dele. Por este motivo estou aqui, escrevendo, pensando e voltando a colocar minhas idéias no mundo. Então, estou voltando. Obrigada por manter as portas abertas, por preparar o chá de limão e hortelã e pelos sorriso simples e franco que me recebe depois de ficar tanto tempo dentro de algo que não sou eu.

Por falar em Noz, ela agora quer ser chamada de Liz. Não entendi muito bem no começo, mas depois notei que ela andava muito interessada em história da Inglaterra. Minha amiga diminuta se tornou uma grande fã de Elizabeth I. Pois bem, depois da falta de atenção que dei a ela, achei justo que ela tivesse esse direito. Noz agora se chama Liz, afinal, Elizabeth é um nome muito longo para uma criatura tão pequena.

A você que ainda lê essas palavras, obrigada por ficar, mesmo quando só o vento levava o que se passava por aqui. Tenho que ir agora...

That's All.

Da Páscoa...

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Saudações!

Estava comendo chocolate com leite gelado quando me ocorreu a ideia de escrever um pouco sobre a Páscoa. Embora eu tenha me tornado mais pagã do qualquer outra coisa com o passar do tempo, ainda tenho raízes católicas e a Páscoa faz parte da minha cultura familiar. Pois bem, qual não é a minha surpresa quando descubro a história do coelhinho da Páscoa...






Já sabia que pintar ovos era uma prática pagã, mas a música do coelhinho da pascoa foi um achado!

Bom, deixe-me contar, caso você não saiba, havia um ritual feito em adoração a deusa Eostre ou Ostera, a deusa da fertilidade, no qual as sacerdotisas usavam as entranhas de uma lebre para prever o futuro.

A lebre é vista geralmente a luz da lua por isso associada a Deusa. Ela e não o coelho é que era o animal simbolo da Páscoa, mas convenhamos que "Coelhinho da Páscoa, que trazes para mim?" é bem mais comercial que "Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?"

Seja qual for o significado que ela tenha, o fato é que se tantas pessoas acreditam na magia de uma certa data o próprio pensar já dá a essa data muita energia. Não estou dizendo que não exista magia ou algum tipo de energia na própria data sem todos esses pensamentos direcionados para ela, apenas afirmo que isso potencializa o poder de uma data mística...

Mas no fim talvez não importe, o que nos direciona, desde que procuremos seguir o caminho certo....

Acho que estou sendo um pouco piegas, sinto muito.

heheheheheh...

chocolate demais, creio...

e por falar em muito chocolate, Noz está quase insuportável, parece um esquilo de tão elétrica. Ela comeu dois bombons inteiros, o que é muito para alguém com o estômago tão pequeno, acho melhor procurar algo para dor de barriga antes que ela comece a reclamar por causa da dor...

até mais

that's all.

Da crítica literaria ...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Saudações!

Voltando ao tópico literatura, hoje decidi falar um pouco sobre a critica literária. Vou usar como exemplo autores que me são caros e dos quais a academia faz pouco caso.
Não sei se você, nobre leitor, sabe da discriminação que autores como J.R.R.Tolkien e Jane Austen sofrem por parte do meio acadêmico, caso não saiba, aqui fica alguma explicação a respeito disso. Acontece que, segundo alguns estudiosos, a critica e a teoria literária deveriam se focar apenas no cânone (aquele livro que foi consagrado pela história como a obra de shakespeare, por exemplo) e que os livros mais populares, os famosos best sellers, não deveriam tomar tempo dos profissionais da área de Letras.
Estou de acordo com o fato de que nem todo best seller é cânone, mas alguns indiscutivelmente o são.
Tanto o universo de O Senhor dos Anéis quanto o saboroso quadro da vida no período vitoriano pintado por jane Austen são exemplos de ótima literatura. O corpus fornecido pela obra de Tolkien é amplamente reconhecido em muitos lugares do mundo, então, pq a crítica literária brasileira teima em não reconhecer estas magnificas obra como boa literatura?
Ora, a arrogância exige que se mantenha a aparência de intelectual e na falta de verdadeiro talento em análise literária para fazer isso, esses dinossauros da crítica usam de um método bem comum: menosprezo, tornando o outro pequeno mostro o quanto sou grandioso.
A própria figura de Jane Austen já é um grande tópico de estudo. Sua vida é um enigma, como muitas de suas cartas foram queimadas pela própria família e o mais próximo que temos de uma biografia foi feito com o que sobrou, a própria figura da autora se tornou um construto da criatividade dos leitores, fazendo que a imagem de Jane Austen fosse mesclada com suas obras, criando um personagem/mito da autora de Orgulho e Preconceito.
Agora pergunto a você, que tão pacientemente lê o que tenho a dizer, parece algo normal que tópicos tão interessantes de estudo sejam deixados sob as sombras apenas pq o povo reconheceu a grandeza literária dessas obras?

A nova geração de criticos literários tem um salto a dar para que esses tesouro não seja perdido.

That's All.

Do pouco tempo...

quarta-feira, 10 de março de 2010


Sinto não poder escrever com tanta frequência agora...
Noz já dorme a sono solto e logo também me recolho aos nossos aposentos, afinal, minha manhã começa muito cedo, logo que o Sol desponta no horizonte.

Hoje tivemos uma pequena discussão. Noz está se sentindo um pouco solitária agora que tenho tantos afazeres novamente. Ela queria que eu convidasse um fauno para morar junto conosco.

Imaginem só!

Quase não tenho espaço para meus livros no quarto. Enfim...

Expliquei para Noz o quão inviável era aquela ideia, perguntei se ela não gostaria de convidar outra fada ou quem sabe um leprechaun para lhe fazer companhia.
Ela se recusou a convidar um leprechaun, afirmando que eles só querem falar sobre si mesmos ( acho que minha amiguinha ainda não notou o quanto é egocêntrica...mas deixemos esses detalhes de lado). Quanto as fadas, disse que seria muito difícil, que fadas não são muito tímidas, mas as pessoas não lhes prestam muita atenção e elas respondem da mesma forma, ignorando as pessoas. Na Irlanda, por exemplo, onde são mais respeitadas, elas podem se reunir sem muitos problemas, mas aqui as coisas são um pouco diferentes...

Para correr o risco de chegar qualquer dia desses e encontrar um fauno no armário...
Coisa que certamente ela faria...
Apelei para o que as fadas tem de maior: o ego.
Perguntei se ela mentiu quando disse ser uma fada muito astuta, quando estudávamos inglês.
Rápida como raio ela colou as mão na cintura e começou a resmungar enraivecida.

Ficou combinado que ela vai falar com alguma fada que goste de ouvir histórias e tentar convencê-la a vir morar conosco.
Ah! Não lembro de ter contado pq Noz resolveu ficar por aqui...

os livros.

Ela adora um bom livro e a maioria dos humanos acreditaria que está louco se visse uma fada ou simplesmente a ignorariam como fazem muitos por aí.

"Os que querem ser muito inteligentes ficam dentro da própria cabeça e da cabeça de outros inteligentes e não se lembram de olhar para fora" Segundo Noz.

De certa forma está certo. Quantas vezes fazemos coisas que consideramos comuns e nem nos damos conta de que fizemos. Como ir a algum lugar em que já estivemos muitas vezes e quando estamos lá não nos lembramos de ter feito o percurso.

Segundo os formalistas russos, essa é a função da arte,nos tirar do automatico e fazer com que notemos o mundo que está aconcendo em tempo real.

Noz faz parte da minha vida por causa da literatura... talvez os russos estejam certos.

That's All.

Do novo estilo...

sexta-feira, 5 de março de 2010

Saudações!

Não, o estilo não mudou tão profundamente, mas toda mudança deve ser anilisada seja ela superficial ou não...

Sempre achei que a melhor parte das festas é quando estamos em casa nos arrumando para elas. Como é divertido escolher cores, testar combinações e exercitar um pouco nosso lado artístico com essa tarefa tão agradável.
E para quem acha q este post é muito 'clube da luluzinha' saiba que está muito enganado. Nenhuma dama se dá ao trabalho de se arrumar esperando encontrar um homem de visual todo descuidado. Aos homens também cabe sua parcela de responsabilidade, afinal, nenhuma moça discorda que um homem elegante e perfumado é extremamente agradável. Claro que a mente também é algo a ser cuidado, mas este post não é sobre esse tópico.

Enfim...

Hoje estava falando com minha amiga Noz sobre o Dia Internacional da Mulher que vem aí e, em função disso, resolvemos nos embelezar para a data...
Limpeza de pele, unhas, e todos os embonecamentos possíveis...
Aproveitando o embalo, tivemos a ideia de deixar o blog com um layout mais moderno e elegante...
Espero que tenham gostado do novo layout tanto quanto Noz e eu.

Não que a beleza seja o mais importante, mas um pouco de vaidade não mata ninguém.
A aparência tem seu valor e disso não podemos discordar. Está certo que "quem ama o feio, lindo lhe parece", mas a primeira vista ninguém vê a aura das pessoas...
Ainda colocamos uma boa dose de análise do visual como parâmetro de julgamento de caráter, não há menor dúvida. Mas no que toca ao amor próprio, sempre nos sentimos melhores com um novo corte de cabelo, uma roupa nova ou ainda alguns quilinhos a menos...

Enjoy yourself!
Ame-se, emboneque-se, olhe-se no espelho dê uma piscadela e diga "Linda(o)!"
Além de ser divertido e nos fazer rir, quando gostamos de nós mesmos isso reflete no modo como interagimos com o mundo e as pessoas ao nosso redor notam que realmente estamos mais bonitos.
Mesmo a coisa mais simples pode levantar seu humo...

Desculpem-me.

Tive que interromper a escrita pq ao que parece minha colega de quarto teve um acidente com o estojo de maquiagem...
Ela se olhava no espelho, quando o estojo fechou e a deixou presa.

Bem, creio que você, nobre leitor, não corre este perigo...
Have Fun!

That's All.

Bom dia!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Hoje o dia está particularmente lindo!

Noz acordou de ótimo humor e disse que deveríamos escrever um pouco em homenagem a esta bela manhã.
Então cá estou a escrever segundo a ideia de minha amiga dos arbustos...
Quando abrimos nossos olhos o Sol sorria por entre as frestas das venezianas, convidando-nos a levantar e tomar nosso café da manhã.
Depois de um desjejum bem animado, abri a janela dos fundos para deixar Noz sair e correr no jardim.
Até eu tive vontade de sair e ficar um pouco lá fora sob a luz, vendo a grama brilhando com seu verde aveludado.
É impressionante como as fadas são boas com jardinagem, nunca tinha visto um gramado tão lindo desde que a Noz veio morar aqui.
O Sol ajuda muito é claro, mas sem a Noz provavelmente a grama teria ficado queimada com tanto calor.
Depois de correr até a exaustão minha amiguinha diminuta tentou montar em um passarinho...
Claro que o resultado não foi dos melhores, o pequeno joão-de-barro não estava muito disposto a servir de montaria para fadinhas serelepes e deu uma bicada no braço de Noz, que correu esbravejando e gemendo para dentro de casa...
Depois de feito um curativo ela já estava animada novamente, mas não o suficiente para voltar ao jardim, então nos sentamos aqui para escrever este post.
Agora a pouco minha irmã e minha mãe sentaram-se aqui na sala para conversar e a pequena tratou de se esconder...
Como sei que ela prefere ficar em lugares mais desertos e tranquilos vou para o meu quarto onde nos divertiremos com um pouco de inglês.

Bem,aproveite você também essa manhã maravilhosa!

Só não seja tolo de tentar montar em passarinhos atarefados...

That's All

Do fim....

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Saudações!

Estive rodeada de términos por todas as partes, então resolvi escrever sobre o fim...

Ora! não é curioso como este e o início se parecem???

Quando começa sentimos uma dor fora dos limites da compreensão e, depois de um tempo, ela vai diminuindo até que se torne algo comum...
então, sem dar aviso, ela desaparece e nos sentimos livres e felizes e notamos que estamos mais fortes.

Assim como quando amamos alguém, não se pode precisar quando tudo começou...

Aos que sentem a dor do fim, tenho a dizer que não há inverno que dure para sempre...

Se as coisas boas terminam, para nosso consolo, as ruins também.

É depois da hora mais escura da noite é que o Sol aparece.

Não deixem que o desespero de horas funestas turvem sua mente e escondam o fato de que não há nada que o tempo não apague. Dos amores mais vivos as tragédias mais aterradoras, tudo está fadado a desaparecer, se apagar até que não seja mais do que uma pálida lembrança.

Como diz uma música de que gosto:

Every new beginning comes from some other beginning's end ...




That's All.

Da rotina...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


Saudações!

Nobres leitores e leitoras! Que nostalgia nos aflige o fim das férias, não?

A ideia de que voltaremos a nossa rotina parece mais uma prisão, o fim da sensação de paz e de liberdade que esse período de descanso nos dá.

Não nego que deixar a tranquilidade do meu quarto me deixa incomodada, mas, mesmo com toda a loucura que nossas demandas provocam, não deixa de ser a melhor parte da nossa vida...

Li, faz algum tempo, em um desses e-mails prontos q circulam por aí, que por mais que queiramos chegar ao topo da montanha, a escalada é a melhor parte.

Sim, meus caros! É quando estamos com armas em punho, quando as flechas já estão nos arcos e as espadas desembainhadas que temos a mais pura felicidade.

Só precisamos nos dar ao trabalho de olhar o que se passa e notaremos q nossos campos de batalha também nos trazem alegria e conforto, diferentes dos salões de nossos castelos, sim, pq nosso lar é nossa fortaleza, nosso palácio belo e seguro, que curam os ferimentos do combate e restauram nossa forças, mas não são menos doces as dádivas da luta diária pelos sonhos do que as recompensas da hora de nosso descanso.

Então nada de chorar as pitangas, como se diz por aí, pq a moleza acabou!
Sem medo da rotina, do trabalho, da correria, de todas as loucuras dessa nossa vida moderna...

Senhoras, o casamento não é mais a única opção de uma dama respeitável ascender na vida econômica e profissional, não é uma coisa maravilhosa termos a liberdade de lutar por nós mesmas?
Honremos as que vieram antes de nós e dedicaram suas vidas para que hoje pudéssemos mostrar o quão brilhantes podemos ser.

Senhores, lembrem-se de suas responsabilidades e tentem acompanhar nossa coragem e força. Provem que está que vos escreve é só mais pessimista do que seria aconselhável e que os homens também podem se mostrar criaturas dignas de nota em um bom sentido.

Coragem!!!!

That's All.

De novas amizades...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


Saudações!

Sentei para escrever um novo post quando uma amiga, que resolveu morar comigo na noite passada, comentando que "eu precisava da beleza dela pra animar meu quarto feio", insistiu para que esse post fosse sobre ela.

Pois bem, como me sinto muito generosa hoje e também sei que não é muito sábio negar um pequeno agrado a uma fada quando esta está tão disposta a fazer amizade resolvi aquiescer ao pedido de minha diminuta amiga.

Ontem tivemos um dia por demais chuvoso e qual não foi minha surpresa quando, ao ouvir pequenas batidas na janela, vi uma pequena criaturinha de pele esverdeada e cabelos de um loiro cor de palha, encharcada até os ossos, batendo furiosamente contra a vidraça e dizendo para deixá-la entrar.


Abri a janela e ela ficou parada a me observar, ora, as fadas não podem entrar sem um convite formal do dono da casa, então convidei minha úmida hospedezinha para entrar e se aquecer.
Deixei que se secasse na toalha de rosto e depois dei-lhe um pouco de leite morno. Disse que ela podia ficar até que a chuva parasse. Ela agradeceu e perguntou o que estava fazendo antes de eu ser agraciada com sua nobre presença( é fato conhecido que as fadas são um bocado arrogantes na presença de estranhos e minha companheira de quarto ainda nem sabia meu nome). Contei-lhe que estava estudando inglês, ela logo se interessou pela coisa, oferecendo-se para me ajudar e procurar palavras no dicionário quando necessário( ela já tinha me visto consultá-lo algumas vezes desde que chegara e achou que não era difícil folhear algumas página e depois voltar ao curso anterior do trabalho).
É claro que a pequena criaturinha não sabia ler, fato que interrompeu meus estudos e deu início a uma nova tarefa: ensinar a fadinha a ler.
Mírtrim é o nome dela, mas eu a chamo de Noz pq é a comida de que ela mais gosta. Tentei ensinar meu nome, mas ela não gostou muito dele, então me chama de Professora. Noz tem a altura do meu dedo anelar e não é mais grossa que dois dedos meus, e olhe que tenho dedos bem finos!
Embora Noz possa ser um pouco rabugenta e teimosa, ela é uma boa companhia.

Hoje pela manhã um Sol radiante iluminava o jardim, já me preparava para despedir-me de Noz, quando ela disse estar com dor de barriga, uma dor tão forte que a impedia de andar e enquanto falava acariciava o pé...

Tinha vontade de rir, mas as fadas se ofendem com facilidade, então preparei uma estratégia mais sutil, disse-lhe que, aproveitando o fato, gostaria de convidá-la para morar comigo, que havia gostado muito de sua companhia.

Ela logo saiu correndo e voltou arrastando "Os contos de Beedle, O Bardo" pela mesa.
"Vamos continuar nossa leitura, Professora?" Perguntou Noz.

Ela é bem travessa, mas acho que vamos nos dar muito bem.

Beijos meus e de Noz também.

That's All.

De como limpar a mente....

domingo, 14 de fevereiro de 2010



Hoje tentarei ser mais breve. Vamos falar um pouco sobre o que uma simples atitude pode fazer?

Sabe aqueles dias em que temos um sentimento de opressão?
As paredes são as grades de uma cela e a nossa existência é algo que definha pouco a pouco, o grito sufocado nos atormenta e as lágrimas não rolam por estarmos exaustos demais de nós mesmos para fazer qualquer coisa...
Reagir é nossa vontade mas a apatia nos aprisiona, trivialidades surgem para nos distrair até que o silêncio volte trazendo consigo as mesmas inquietudes.

Não tenho dúvidas de que você, nobre leitor, já passou por isso, talvez esteja passando por isso agora, neste exato instante.

Seja valente! Lute contra o que o torna insatisfeito, infeliz.

Coloque uma música de que gosta, deixe que seus pensamentos vaguem junto com ela, que o som flua por todo seu corpo. Permita-se dançar, arraste o sofá e dance sozinho na sala, cante a plenos pulmões segurando uma colher de pau à guisa de microfone. E quando olhar seu reflexo no vidro da janela da sala, ria de si mesmo. As vezes nos tornamos infelizes por nos levar a sério demais.

Saia de manhã bem cedo, quando a cidade ainda dorme e o Sol sobe lento e preguiçoso no horizonte. Caminhe escutando o silêncio quebrado apenas pelo som da passagem eventual de algum carro, e durante seu caminho preste atenção ao seu redor. Você provavelmente já fez esse caminho milhares de vezes, mas duvido que tenha feito isso apenas com o objetivo de observar a rua e as coisas belas que fazem parte dela. Não se engane, mesmo a viela mais simples e pobre guarda uma flor do mato q seja para colorir o caminho dos seres que se dizem muito sábios, mas ignoram o colorido original dessa amiga humilde.

Leia livros que nunca pensou em ler, pegue um caminho diferente na volta pra casa, mesmo que seja um pouco mais longo, desça algumas paradas antes da sua ao ver um céu nublado e prestes a descarregar uma grande tormenta, se deixe sentir a água fresca que cai do céu e corre pela sua pele, a alegria quase infantil, quase animal, que se espalha por nós quando tomamos um bom banho de chuva.

Quanto as pessoas?

Tente amá-las. Se esforce pra ver que o outro é tão passível de falha quanto você, que, afinal de contas, talvez você tenha alguma culpa naquela questão que o magoa sempre que é rememorada. Lembre-se de que amar é estar sujeito a alguns machucados, pois não há ser humano perfeito, cedo ou tarde o ser amado vai feri-lo, talvez por pura ignorância( entenda-se "ignorância" por falta de conhecimento).

Aprenda que o amor é livre e belo, que ele deve ser dado sem esperar retribuição à altura. Afinal é bem possível que a pessoa que você ame nem consiga amar da mesma forma...

Ninguém tem as mesmas forças e fraquezas, aceite q todos somos diferentes o que implica que o outro nem sempre vai ver as coisas da mesma forma que você.

Mude! Mude! Mude!

Deixe que o antigo se vá, o antigo você, os antigos hábitos, os antigos gostos...
Jogue fora tudo o que não tem mais serventia e que está ocupando um espaço que poderia ser melhor utilizado em sua alma.

E se a dor ainda insiste, se aquele espinho ainda o incomoda, minta! Diga para o que lhe perturba o quão pequeno e insignificante ele é. E diga a si mesmo que é bem mais forte que isso, que pode fazer de si mesmo e de seu destino tudo o que desejar, ainda que não acredite em seu coração.

Uma mentira contada mil vezes se torna verdade, então minta até que essas mentirinhas amigáveis se tornem verdades.

Bom, não fui tão breve quanto queria, mas contei a história de uma manhã radiante e espero que você consiga fazer o mesmo que eu fiz.

Beijos,

That's All.

Mulheres super poderosas!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010



Saudações!


Creio que meu último post foi por demais sombrio então decidi falar sobre uma força poderosa que existe na humanidade, sim, a força feminina...
Quem melhor do que as geradoras da vida para conhecer o mundo e modificá-lo mesmo que toda sua ação fique atrás dos holofotes na maioria das vezes.

Vamos começar pela literatura???

Decidi abrir nossa conversa com uma dama da ficção, Éowyn, a senhora de Rohan. Uma princesa que, contra a vontade dos homens que a cercam, toma a espada e vai para a guerra lutar pelo que ama. Ela não se deixa abater pelo mal e o desespero, em lugar de ficar em casa esperando pelos homens que foram guerrear e defender sua terra, nossa heroína da Terra Média enfrenta os horrores da batalha e mata o ser que nenhum homem poderia matar.


Da ficção para a realidade...


Charlotte Brontë.
A mais velhas das irmãs Brontë, provocou o início de um movimento feminista com a obra Jane Eyre. Caseira e sagaz nossa literata, mesmo sendo autora de uma obra muito popular na alta classe social de Londres, não trocava o conforto de uma lareira e de um bom livro de poesias pela frivolidade da parte rica da sociedade londrina. Por meio de sua criatividade e genialidade literária ainda hoje ensina e encanta o mundo com sua eterna e maravilhosa Jane Eyre.



Virgínia Woolf.
Considerada uma das criadoras da técnica fluxo de consciência, a autora de Mrs. Dalloway, nos leva por meio desse livro incrível a um desfile de lembranças e sentimentos despertados por pequenas coisas do cotidiano. Uma percepção tão aguçada da natureza humana só podia ser fruto da sensibilidade feminina que nos torna tão mais gentis e habilidosas em lidar com situações delicadas do que os homens. Virgínia teve uma educação esmerada, frequentando desde cedo o mundo literário. Fato que certamente fortaleceu sua escrita, contribuindo para a criação de sua obra.

Da literatura para a política...



Joana d'Arc.
Inspirou e levou a vitória o exército francês por 16 anos, liderando homens com o dobro de sua idade. Injustamente queimada na fogueira, acusada de bruxaria, Joana foi 'devidamente perdoada após 500 anos de sua morte' sendo canonizada pelo papa Bento XV em 9 de maio de 1920...
Muito útil! Como se o perdão da igreja ou a condenação que veio antes dele tivesse força para mudar o significado que os atos de coragem e patriotismo desta mulher deram ao mundo...


Soong Ching-ling.
Embora fosse de uma família de líderes políticos, essa nobre oriental se recusou a aceitar a postura imposta as mulheres chinesas de sua época e criticou abertamente o governo chinês, defendendo a paz e o intenacionalismo. Soong estudou nos EUA, o que deu a ela uma visão bem diferente das mulheres chinesas do início do séc.XX. Quando o Partido Comunista tomou o controle, ela foi nomeada presidente da República Popular da China.




Elizabeth I
Fruto de uma das uniões mais escandalosas da história e fechando o pequeno hall de grandes mulheres. Seu reinado ficou conhecido como Era Dourada, foi o período de início de ascensão inglesa,a construção do que seria conhecido como Império Britânico. Mesmo sendo filha de um união ilegítima do ponto de vista da igreja, Elizabeth não se curvava de modo algum. A soberana diminuiu o número de conselheiros reais e não se deixava influenciar facilmente. Reinou sozinha até o fim de sua vida. Por não ter se casado era também conhecida como A Rainha Virgem.


Sim, nomes grandiosos! Fatos importantes! A mudança do destino de nações em mãos que sabem tão bem como ser gentis e delicadas...

Não digo que todas as mulheres são superiores, longe de mim afirmar tal coisa! Há mulhere boas e ruins, da mesma forma que há homens bons e ruins...mas convenhamos que quando uma verdadeira dama se propõe a fazer algo esplendoroso não existe varão no mundo que possa superá-la!

E quanto as ruins também tenho algumas coisas para dizer...

Toda essa modernidade e essa independência de que se fala hoje, as vezes mancham uma bandeira que nada tem a ver com esses falsos argumentos...
Promiscuidade, não é liberdade...
Sou a favor do cavalheirismo, sou a favor de mulheres que se portam como verdadeiras damas ou se esforçam por ser!
Mulheres que não esperam que um príncipe as salve, que resolvem seus problemas com coragem e honra, mas que não se dão a tolice de cometer os mesmo erros masculinos só pq agora tem direitos iguais. Mulheres que tem humildade para aceitar ajuda quando essa é necessaria e gostam de ser tratadas como damas que são, que gostam de romantismo, de gentileza e que não se dão por satisfeitas por um simples "Eaí, gatinha, vem sempre aqui?"

A igualdade não significa que a tolice também tem que fazer parte do pacote...

Quando escuto uma dessas 'modernas senhoritas' falar de sua proezas, não raro elas estão acompanhadas de muitas explicações, argumentos, desculpas mascaradas...Ora! pq tantas justificativas???

Como digo a mim mesma em silêncio quando as escuto: A consciêcia não libera ninguém. Como mentem pra si mesmas, se fosse algo natural, afinal todo mundo faz isso (um dos argumentos mais usados...), não seria necessário explicar tanto, seria?

Não estou aqui para julgá-las, só estou dizendo é que pouca gente realmente acredita nesse tipo de modernidade.

Minhas mais sinceras congratulações para as verdadeiras damas da nossa sociedade, as guerreiras, anônimas ou não, que se esforçam por honrar essa tradição de rainhas, escritoras, políticas, mártires, mães, irmãs, filhas...enfim, essa longa linhagem de mulheres de verdade!

That's All.

Morte...

sábado, 6 de fevereiro de 2010




Fiquei sabendo que minha avó está um bocado doente e está internada faz uns poucos dias. Isso me fez pensar sobre o quão fugaz é a nossa participação nessa história...

Mesmo quando somos crianças e ainda não temos bem definida a ideia de "para sempre" ou de que nossos pais e mães não são imortais, de que um dia podem nos deixar. Quem não se lembra de filmes como Bambi ou O Rei Leão e de como era triste ver os filhotes sem pais e se dar conta de que a morte é real e pode acontecer?
As vezes me pego olhando para as pequenas marcas que, dia após dia, o tempo vai esculpindo nos rostos de minha mãe e de meu pai, um lembrete sutil de que todos a nossa volta vão sumindo aos poucos até que não reste nada além de lembranças e uma lápide fria como prova de que um dia eles viveram neste mundo.

Tão melancólico, não é mesmo?

Mas não reagimos assim por lamentarmos a morte, nos entristecemos por crer que jamais os veremos novamente, o que de modo algum é verdade.
Não, não é uma tarefa simples, enxergar o que a mais pura e simples razão nos mostra quando a dor turva nossos olhos. Contudo, em frases batidas e ainda assim cheias de sentido, é depois das horas mais sombrias da noite que a luz do Sol aparece e revela tudo o que está enevoado e confuso.

Não digo que perceber a obra constante do tempo trabalhando para levar a cabo a única coisa que temos por certo quando nascemos é algo fácil.
E por mais que saibamos que uma hora ou outra isso vai acontecer a todas as criaturas vivas, nunca esperamos que isso aconteça com aqueles que amamos, mesmo com as provas mais evidentes...

Na festa de natal meu pai disse que não gostou da calça que minhas tias haviam escolhido para para minha avó pq, segundo ele, a fazia parecer uma velha, ao que minha mãe respondeu: -Mas "Sr.Green Scarf" ela tem 86 anos, ela é uma velha! hahahahaha...
Ainda hoje minha mãe comenta isso e diz que é sempre assim, nossas mães não envelhecem.

Tomo a liberdade de ampliar a teorias de minha mãe e dizer que, para nós, aqueles que amamos jamais partirão simplesmente pq não suportaríamos a ideia de pensar nisso... também, ninguém quer sofrer por antecipação. Mas o modo com lidamos com a morte também não nos ajuda em muito,não é mesmo?

Somos pegos de surpresa pela coisa mais óbvia que existe: todas as coisas vivas morrem um dia.
Temos nossas teorias sobre como é a vida após a morte, mas a verdade é que só saberemos como isso realmente funciona depois de cruzada a fronteira...

Independente do que cremos que acontece depois que deixamos nossos corpos mortais, não seria melhor se tentássemos de quando em vez pensar na morte apenas como uma transformação e procurar se familiarizar com esse marco tão comum em todas as existências para amenizar a dor quando esta vier?

That's All.

Vampiros

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010


Saudações!

Acabo de ler A Rainha dos Condenados de Anne Rice e acabei recordando de Drácula de Bram Stoker. Ah, sim! Vampiros 'de verdade' por assim dizer...


A ferocidade, a volúpia, o charme...

Irresistivelmente letais, esses são os vampiros de que gosto.

Quem leu Drácula e não sentiu aquele arrepio quando 'viu' o Conde sombrio, terrível e belo tomar Mina Harker em seus braços e beber seu sangue?
Ou aquela ponta de dor e triunfo quando Drácula é transpassado pela estaca de madeira?
A descrição que nos faz ver com tanta clareza a névoa que envolve a pobre Lucy Westenra e, depois, os dois pequenos ferimentos em seu pescoço que a fazem definhar dia após dia até que ela finalmente morre e renasce como uma não-morta.
Ah! Todas as cenas de luta contra o extremo mal! Isso é que é um bom conto de vampiros!
Tudo bem, comecei com um do grandes, seria uma briga injusta e em nome da polidez vou usar uma obra um pouco menor para mostrar meu ponto de vista...




Ah! Lestat! Tão egoísta, tão selvagem e ainda assim portador do conhecimento de Eras inteiras! O Prícipe dos Moleques que despertou a grande Rainha dos Condenados com sua música. Libertou a monstruosa Mãe de todos os bebedores de sangue apenas pela necessidade de ser reconhecido e amado pelos mortais.
Maharet, uma da gêmeas ruivas, tão forte, antiga e misteriosa. Sim, Maharet demonstra certa piedade, o que de modo algum apaga o fato de que ela é uma assassina, que matar faz parte de sua natureza.
Mesmo que o tempo traga o ensinamento de que até a caça deve ser respeitada para alguns dos bebedores de sangue de Anne Rice, a autora não passa por cima do conceito de 'vampiro'.

Criaturas da noite que tem no Sol a sua ruína...
Vamos falar um pouco sobre isso?

Os amantes da saga Crepúsculo que me perdoem, mas os vampiros são monstros por excelência e assim devem permanecer. Pq destruir um bom vilão quando já temos tantos mocinhos???

Vampiros que brilham ao Sol??? Oh! Por favor! Que coisa mais odiosa!

Não lhe parece óbvio o pq de os vampiros de Stephanie Meyer não se transformarem em cinzas sob a luz do Sol????

o dia, a luz, o calor...

Símbolos de bondade, de vida. Os vampiros os detestam e a luz não lhes faz bem exatamente pq eles são vilões!

Os Vampiros da saga Crepúsculo não precisam dormir e não são feridos pela luz do Sol, logo deixam de ser criaturas noturnas e também se tornam mais simpáticos ao público o que possibilita que entre eles exista um grupo de mocinhos...

A questão é que beber sangue humano, ter poderes sobrenaturais e ser uma criatura noturna cruel são as características básicas do mito do vampiro, ou seja, as criaturas cheias de purpurina e vegetarianas de Stephanie Meyer não são, nem de longe, o que se pode chamar de vampiro.

Embora A Rainha dos Condenados e a demais crônicas vampirescas de Anne Rice não sejam dos melhores livros que já li, sem dúvida eles tem um lugar na lista de bons contos de vampiro.

Os vampiros bonzinhos que me desculpem, mas a maldade é fundamental!

That's All.

Demandas...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010


Saudações!

Decidi falar um pouco sobre meus filmes favoritos...muito claro que se trata de O Senhor dos Anéis.
Não vou me dar ao trabalho de dizer o quão maravilhoso é o enredo. Creio que já deixei bem claro o quanto gosto de Tolkien. Na verdade os pontos que mais me chamam a atenção nesse momento são os que ligam a fantasia e a realidade...
Tão impossível quanto dois hobbits chegarem a Montanha da Perdição e destruírem o Um anel, era a demanda de Peter Jackson, quando se propôs a transformar a saga de J.R.R.Tolkien em filme. Boa parte das pessoas que sabiam a respeito da produção de O SdA dizia que esses filmes seriam a ruína da New Line Cinema.
Assim como a demanda do Um anel tomou a vida antiga de Frodo para transformá-lo em alguém que jamais se encaixaria em um lugar como o Condado novamente, também as gravações de O SdA tomaram boa parte da vida de Peter Jackson.
Um ano antes de começarem as gravações, que levariam dois anos de filmagem ininterruptos na Nova Zelândia, nosso Frodo neozelandês procurava sets de filmagem, arrumava investidores e procurava atores que não tivessem um gênio difícil de se lidar( em função da longa duração do trabalho, seria um desastre se um ator que fizesse um personagem importante como Gandalf, por exemplo, resolvesse "pular fora" do projeto). As hortas e jardins bem cuidados do Condado, morada dos hobbits, começaram a ser plantados nessa época para garantir que a terra de Frodo e Bilbo desse a impressão de que os hobbits moravam naquele lugar por séculos. Peter Jackson investiu bem mais que dois anos para garantir que a Terra Média ganhasse vida.

O rompimento das sociedades...

Sendo a produção dos filmes um trabalho tão longo, não é de se admirar que a equipe tenha se unido como a própria Sociedade do Anel. Dias que começavam as quatro da manhã e mantinham atores e outros profissionais juntos por pelo menos duas horas( em média o tempo que era necessário para maquiagem) fizeram o trabalho de aproximar colegas de trabalho até se tornarem grandes amigos.
Em "As Duas Torres", temos o rompimento das sociedades, sim, eu escrevi das sociedades, pois, na narrativa, A Sociedade do Anel se separa e na 'vida real' As Duas Torres mobilizava ateh seis unidades filmando simultaneamente em diferentes partes da Nova Zelândia. Os pequenos núcleos que acompanhamos ao longo da obra de Tolkien refletiam na equipe de Peter Jackson, Frodo e Sam se encontram isolados da Sociedade do Anel, bem como Elijah Wood e Sean Astin ficam isolados dos outros atores já que a maioria de suas cenas desde As Duas Torres até O Retorno do Rei, são penas com os dois e com Gollum.
A grandiosidade da demanda do anel de certa forma é também a grandiosidade da adaptação da obra para o cinema. Só as filmagens da batalha no Abismo de Helm reuniram um grupo de centenas de figurantes por três meses em que só se trabalhava à noite. Muitos ficavam com hiportermia devido ao frio e a chuva constantes das noites neozelandesas. A dor e o cansaço físico eram companheiros constantes, mas todos ganharam suas medalhas no Abismo de de Helm.
Ainda poderia continuar por parágrafos inteiros falando sobre as curiosas ligações que existem entre a obra e a maravilhosa equipe de Peter Jackson, mas como todos os mortais tenho coisas não tão nobres a fazer, a limpeza da casa me espera.
Portanto, termino dizendo que a história das filmagens traz consigo um dos maiores atributos de O SdA,o lado bom da humanidade. Aquela centelha de amizade e nobreza que ainda consegue dar alguma esperança ao mundo.Sabe?
O que há em nós que ainda nos faz valer a pena mesmo com tudo o que temos de ruim e que precisa ser melhorado.
Em O Senhor dos Anéis e na própria produção do filme há a força e a esperança que fazem as grandes mudanças quando existe apenas a esperança dos tolos.

That's All.

Aslan

sábado, 16 de janeiro de 2010



Se você ainda não leu As Crônicas de Nárnia, não leia esse post!

Como é curiosa a relação que mantemos com certas coisas...

Terminei de ler As Crônicas de Nárnia já faz algum tempo, mas estava pensando na reação que tive quando li a ultima crônica e resolvi escrever sobre isso.
Para os que estão acostumados com relações intertextuais fica fácil notar que Aslan, nosso querido e sábio leão, nada mais é que uma boa representação de Jesus Cristo. Para os que se lembram um dos modos de se designar Jesus é "O Leão de Judá", mas essa não é a única evidência de que Aslan é uma representação do messias católico. Temos um traidor, Edmundo, que é perdoado pelo doce leão e depois disso temos o sacrifício de Aslan pelos pecados de outrem. A coisa ainda vai mais longe, pois, caso não se lembrem, Aslan é o filho do Imperador. Na última crônica, é claro, tudo se torna ridiculamente claro quando descobrimos que as crianças envolvidas nas aventuras das seis crônicas anteriores, exceto Susana, descobrem pelo próprio Aslan que estão mortas. Temos então o leão que os preparou para a morte e os recebeu nos céus.

Por maior que fosse o número de relações que pudesse traçar entre o Novo Testamento, o Velho Testamento e As Crônicas de Nárnia, ainda assim, eu mantinha uma linha que separava as histórias. Não permitia que o 'real' se metesse no meu universo, na minha Nárnia. Quando cheguei ao fim do livro e esses lugares distintos se uniram a primeira reação que tive foi de repulsa. Me senti desrespeitada pelo autor. Lewis poderia fazer o que quisesse com as personagens desde que não cruzasse o limite que estipulei.

Passado o primeiro choque, até gostei da representação. Na verdade, Aslan me parece bem mais próximo e simpático que a imagem do homem de olhos azuis que comummente se vê por aí.

Mas que coisa curiosa, não? Esse sentimento de autoridade que temos quando lemos algo de que gostamos muito.

Mas no fundo não é a literatura em si, somos assim com tudo aquilo que nos toca profundamente, creio. Gostamos e logo colocamos nossas ideias e expectativas para moldar o objeto de nosso amor. Mas a opinião sensata, a que deve permanecer, é a que se forma depois do primeiro contato. Livre da nuvem de sentimentos que nos nubla a visão e impede que a imagem se revele completamente diante de nós. Ainda não gosto muito do fim de As Crônicas de Nárnia, mas tenho uma simpatia incrível por Aslan.

Já era meu personagem favorito antes de se mostrar como Cristo, mas mesmo com essa fusão de realidade e fantasia, ainda assim, é meu personagem favorito. A sabedoria, a tranquilidade e o poder que seus olhos transmitem ainda me inspiram confiança quando vejo sua face dentro de mim...

Ah! Que coisa maravilhosa, a literatura!

That's All.

Do Amor...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010





Não é curioso o modo como as pessoas se referem a seus entes queridos?
Todos já dissemos algo do tipo "Não quero perdê-lo (a)" ou "Como ele (a) pôde fazer isso comigo?” (se referindo a uma ação que na realidade só prejudica ao próprio sujeito dela).

Será que já amamos alguém de verdade?

Será que o ser humano tem essa capacidade?


De quando em vez, penso que não. Quando dizemos que estamos amando alguém, no íntimo o que nos apraz nisso é ter seja atenção, carinho, lealdade ou simples contato físico. Há sempre exigências para com o ser amado, mas muito poucas para conosco. Grande parte de nós quer que o outro se comprometa de uma forma que nós mesmos nunca pensamos em fazer. Cobramos algo que não estamos dispostos a dar. Aqui me refiro especificamente à liberdade.
O amor é mesmo assim um sentimento tão mesquinho? Que cobra e exige mudanças por parte do ser amado?
Não! Não acredito nisso.
O amor verdadeiro é aquele que só exige de si mesmo, que se importa com a felicidade do ser amado, mesmo em detrimento de suas próprias vontades. Amar alguém é querer que ele (a) seja feliz mesmo que a felicidade dele (a) não esteja ao nosso lado.
Liberdade.

Amor e liberdade são praticamente sinônimos. É difícil ver a quem amamos em dificuldades, mas nada se deve fazer além de dar bons conselhos. Se a ajuda é recusada e o amor que moveu a oferta é verdadeiro, cabe a quem ama deixar que o ser amado encontre seu próprio caminho. Tentar resolver o problema veta a oportunidade de quem é amado de aprender com os próprios erros.

Eis que temos uma das maiores provas de amor!

Fechar os olhos ao que está para acontecer quando sua ajuda foi recusada e suportar o fato de que a pessoa a quem foi oferecida a ajuda não consegue ver a beirada do abismo e precisa cair para se dar conta de que tomou o caminho errado.
Será que existe? Um amor tão livre e tão belo?
Bom, não espere que eu responda essas perguntas. Vivemos todos na esperança de que ele exista, não? Pq no fim a humanidade busca por isso mais do que qualquer outra coisa. Mesmo quando busca por dinheiro pq quando o faz o maior motivo é o prestígio, que não deixa de ser uma espécie de falso amor. Às vezes me sinto otimista e creio que esse tipo de amor existe que é apenas uma questão de sorte ou de tempo, e às vezes acho que somos muito egoístas para conseguir sentir algo tão puro e desinteressado.
Que a dúvida nos acompanhe e desapareça a cada início de relacionamento para surgir novamente com os términos e mais uma vez ser sanada num ciclo até o fim de nossa existência ou até finalmente encontrarmos o (a) escolhido (a) de nosso coração.
That’s All

Dos opostos...




Saudações!
Amantes de "Confessions of a Shopaholic" e de "The Devil Wears Prada", consumidores convictos dos cds das divas do pop Madonna, Britney Spears e Lady Gaga, vos apresento um blog glamuroso e pop até a raiz da peruca! Tagarelices Pop é uma mescla dos sentimentos e impressões de um sensível espírito cheio de plumas e paetês e do que de melhor o mundo da pop music pode oferecer.
Não faz muito sentido que uma literata tão distante desse universo badalado se dê ao trabalho de falar sobre algo que desconhece totalmente, certo? Errado! Todos nós temos nossas fases e até mesmo o mais culto dos mortais pode sentir vontade de dançar ao som de Celebration ou de assistir um filme de enredo um tanto quanto fraco mas repleto de elementos do mundo feminino...
Ora! Acontece que esta que vos escreve tem uma estreita amizade com o doce Eduh, que tem uma filosofia de vida e um modo de pensar completamente opostos aos meus. A amizade tem dessas graciosas curiosidades, unir uma alma doce e extravagante a uma alma séria e reservada.
Mas é muito lógico, não? Digo, que um amigo traga o brilho, ao passo que o outro traga o bom senso que lhe falta e ambos se completem. De fato! Nada mais natural! Você, se ponderar a respeito, também vai notar que em seu grupo de amigos mais íntimos há pelo menos um ou dois que lhe trazem um pouco de algo que falta para deixar-lhe mais feliz.
Olhando as coisas de um modo mais objetivo, se não tivesse essa bela amizade com o blogeiro de que falo, não teria assistido "Confessions of a Shopaholic" e não teria encontrado um nome tão adorável e misterioso para meu blog.
Meu conselho é: Divirta-se com os dois!
Não seja como essas pobres criaturas que por se acharem inteligentes e senhoras da verdade renegam tudo mais que lhes é oferecido. É uma triste existência, a que se priva de conhecer outras realidades e pontos de vista por pura arrogância. Diversões muito distintas entre si, a literatura e a musica pop, é claro. Mas, quando nos permitimos provar das coisas que nos são oferecidas e não nos podem fazer mal algum, podemos ficar surpresos com nossas novas descobertas a respeito daquilo que nos apraz.

That's All.

O Diário de Anne Frank....

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010


Saudações!
Já faz algum tempo desde que li um texto sobre a morte da narrativa de Walter Benjamin. Quando terminei de ler essa produção de W.B. não consegui assimilar a idéia de que um dia o ato de narrar pudesse acabar. O Homem é feito de história. Que grande tolice, a desse Benjamin! Pensei. Mesmo a pior das experiências pode virar história.
Muito fácil dizer já que nunca passei por tempos sombrios como os que esse teórico teve de enfrentar...
Pois bem, assim que começaram as férias, peguei "O Diário de Anne Frank", não pq desejasse esclarecer minha indignação, mas sim pq a muito queria ler essa obra.
Que curioso é o efeito da literatura! O diário de Anne rasgou o véu de insensibilidade que atravancava minha visão e permitiu que visse o que Benjamin tentava mostrar.
A hipótese de um fim para a narrativa é um grito de desespero raciocinado. As descrições de Anne da casa úmida e sombria, da tristeza e da angústia começaram por me deixar tão sufocada e deprimida quanto é possível ficar com uma leitura. É difícil ver como as coisas podem seguir seu curso quando se está mergulhado em escuridão. Não havia mais qualquer história a ser contada pq tudo havia sido substituído pela tristeza, pelo menos era como Anne via as coisas. Ela mesma diz em seu diário que os membros do Anexo Secreto já não tinham sobre o que falar uns com os outros. Só conversavam sobre política e comida pq as outras histórias que tinham para contar já havia sido narradas várias vezes e não havia experiências novas, fonte para narrativas.
Do que ela não se deu conta é de que, de alguma forma, estava passando por um processo literário. Anne Frank estava provando que a guerra não poderia apagar o que há de mais humano, a história.
Poderia ainda falar do ilustre senhor J.R.R.Tolkien. A reação de Tolkien ao contrário do esperado foi criar uma mitologia para seu povo. Ele sabia da necessidade de se contar histórias e de ter algo em que acreditar. O Símbolo, A História, A Fantasia, eles não morreram, se transfomaram, mas não morreram.
Não pense que quero dizer "Aha! Estou certa e você está errado, W. Benjamin!"
Mas fico muito feliz que seja o caso. É animador que a narrativa não tenha morrido e que grandes cavalheiros e damas tenham encontrado um meio de lidar com uma situação tão extrema e continuar a produzir literatura. Agora entendo W.B. um pouco melhor e conheço um pouco mais de literatura.
Obrigada Anne Frank! Obrigada J.R.R.Tolkien! Obrigada a todos os grandes de espírito que garantiram a continuidade da produção do alimento de nossas almas!
That's All.

Apresentações e explicações....

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Não pretendo dizer quem sou ou falar de coisas pessoais com os detalhes que comumente se vê em alguns blogs. Isso não é um diário. Também não é minha idéia mantê-lo sempre fiel a um único tópico, não teria um motivo para fazer isso...
Vou falar de livros, de filmes, de sentimentos, de chá...enfim, o que vier a minha cabeça. Já entendeu como isso vai funcionar, não? É mais ou menos como fluxo de consciência.
Nada prático para os que procuram, por exemplo, um blog que fale exclusivamente sobre o "Confessions of a Shopaholic", que não é o caso deste...o que nos leva ao nome do blog. Como já disse, não é sobre o filme. Escolhi esse nome pelo mistério e pelo charme q ele tem, apenas por esse motivo. Sinta-se à vontade para entender tudo como mais lhe aprouver. Eu sou você, eu sou quem você mais ama ou quem mais odeia. O fato de não ter nome nem rosto lhe dá essa liberdade.
A casa é sua! Sente-se em uma poltrona. Pegue uma xícara de chá. Deixe que a minha muda voz toque sua mente e produza algumas imagens que preciso pôr para fora. E se me torno enfadonha, não se prenda, a porta está aberta.
That's All.